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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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CHINA: O IMPACTO DAS MINAS DE CARVÃO NA BACIA DO RIO AMARELO

Mäyjo, 17.11.15

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As minas de carvão da bacia do Rio Amarelo

ILHA MEXICANA TRANSFORMA-SE EM TELA ARTÍSTICA QUE ALERTA PARA A PROTECÇÃO OCEÂNICA

Mäyjo, 16.11.15

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Arte urbana em prol da proteção oceânica

CALIFÓRNIA PODE SER ALIMENTADA COM 100% DE ENERGIA RENOVÁVEL EM 2050

Mäyjo, 15.11.15

Califórnia pode ser alimentada com 100% de energia renovável em 2050

Um novo estudo desenvolvido na Universidade de Standford apresenta um plano prático para converter todas as infraestruturas energéticas da Califórnia em fontes de energia renováveis até 2050.

Publicado na revista científica Energy, o estudo propõe vários passos para assegurar que o estado passe a ser alimentado a 100% com energia renovável até meio do século XXI, através de uma combinação de sistemas solares, eólicos e hídricos. O primeiro passo para concretizar este ambicioso projecto é que todas as infra-estruturas energéticas construídas na Califórnia a partir de 2020 sejam dedicadas às fontes renováveis.

O autor principal do estudo, Mark Z. Jacobson, delineou anteriormente propostas semelhantes, mas a nível global. Apesar de o estudo considerar apenas a tecnologia existente, indica que uma maior eficiência no consumo de energia ajudaria a atingir a meta de 100% de energia mais facilmente.

Os tipos de energias a utilizar no plano foram seleccionados para terem o menor impacto ao nível da poluição, saúde pública, aquecimento global e permitirem o máximo de segurança e eficiência energética. A conversão para os veículos elétricos também será necessária para a implementação bem sucedida do plano, refere o Inhabitat.

Fora do plano para tornar a Califórnia energeticamente sustentável estão os biocombustíveis, combustíveis fósseis e energia nuclear. O estudo propõe uma mistura de 55% de energia solar, 35% de energia eólica, 5% de energia geotérmica, 4% de energia hídrica e 1% de energia proveniente das ondas e marés.

Foto:   clarkmaxwell  / Creative Commons

TEMPO EXTREMO VAI TORNAR-SE MAIS FREQUENTE

Mäyjo, 14.11.15

Tempo extremo vai tornar-se mais frequente

Os padrões temporais extremos, como a seca que atinge atualmente a Califórnia ou as inundações que atingiram o Reino Unido no último Inverno, vão tornar-se cada vez mais extremos, de acordo com um novo estudo.

A investigação revela que os chamados “padrões de bloqueio”, quer sejam períodos de tempo quente ou molhado, vão permanecer na mesma região durante semanas, causando ondas de calor ou cheias. De acordo com o estudo, estes padrões de bloqueio têm vindo a tornar-se mais frequentes ao longo da última década.

O estudo foi elaborado por uma equipa de climatologistas alemães, que verificaram que desde 2000 tem havido um “número excepcional de Verões com tempo extremo, alguns causando mesmo grandes danos à sociedade”, cita o Guardian.

Os climatologistas estudaram os meandros das correntes de vento a altas altitudes, que dominam o tempo a latitudes médias, através da análise de 35 anos de dados sobre as correntes eólicas, registados por satélites, embarcações e estações meteorológicas. O estudo revelou que os padrões de bloqueio que ocorrem nestas correntes de vento têm-se tornado muito mais frequentes.

“Desde 2000, temos visto um aglomerado destes eventos. Quando estas ondas de alta-altitude tornam-se quase estáticas, verificamos condições meteorológicas mais extremas à superfície terrestre”, afirma Dim Coumou, no Potsdam Institute for Climate Impact Research. “Estas condições são mais extremas para os tempos quentes”, acrescenta o investigador.

Foto:   futurephonic  / Creative Commons

10 RAZÕES PARA SER OPTIMISTA EM RELAÇÃO ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

Mäyjo, 13.11.15

10 razões para ser optimista em relação às alterações climáticas

Embora as notícias sobre o aquecimento global estejam na ordem do dia e as negociações mundiais para um possível acordo para reduzir as emissões de gases com efeito estufa não decorram da melhor forma – as concentrações de dióxido de carbono na atmosfera atingiram nos meses passados níveis recorde nunca vistos nos últimos 800.000 anos –, já existem armas para combater e minimizar o impacto das alterações climáticas.

Num artigo, o Guardian elencou 10 razões pelas quais devemos estar optimistas em relação ao combate às alterações climáticas.

1.       Barack Obama e o seu plano histórico para combater as alterações climáticas

Depois de um impasse, o presidente norte-americano posicionou-se na linha da frente da agenda climática global. Em 2013, Barack Obama anunciou um plano para a redução dos gases com efeito de estufa e inviabilizou recentemente novos investimentos em termoeléctricas a carvão mineral.

2.       Encerramento de centrais de termoeléctricas na China

As notícias de crises de poluição na China já são frequentes. Sendo o maior emissor mundial de dióxido de carbono, a China anunciou no final de Julho o encerramento da primeira de quatro centrais de combustão de carvão perto de Pequim. Um plano para os próximos cinco anos prevê que a mesma medida seja tomada noutras províncias chinesas.

3.       Redução do custo da energia solar

Estima-se que, entre 2007 e 2012, os custos de produção de painéis fotovoltaicos diminuíram entre 70% a 80%.

4.       Investimentos nos combustíveis fósseis estão a diminuir

Ao lançar uma campanha para incentivar formas de energia alternativas e mais limpas, o Governo norte-americano conseguiu fazer com que muitas empresas e investidores retirassem dinheiro de investimentos com combustíveis fósseis. O movimento foi surpreendentemente mais rápido do que outras iniciativas empresariais, segundo revelou um estudo da Universidade de Oxford.

5.       Mulheres do Bangladesh trabalham como técnicas de energia solar

O Bangladesh é um país onde o crescimento no sector da energia solar é maior. São já dois milhões as casas que estão equipadas com painéis solares. As mulheres do Bangladesh, que sempre trabalharam em condições desumanas, são a grande força por trás deste sector e agora com um emprego digno.

6.       O momento das energias renováveis

Segundo a REN21, em 2013 o investimento em projectos renováveis foi de cerca de €200,5 mil milhões, cinco vezes mais que em 2004.

7.       Habitações europeias usam cada vez menos energia

Casas sustentáveis, materiais recicláveis e electrodomésticos mais eficientes que gastam cada vez menos energia e são mais amigos do ambiente têm sido grandes aliados na redução da pegada ecológica. Um estudo da Comissão Europeia revelou que o consumo residencial diminuiu 15% entre 2000 e 2011.

8.       Negócios menos poluentes

Para se tornarem sustentáveis, as empresas necessitam de investir em economia verde. Mas são ainda poucas as empresas que conseguiram reduzir a sua pegada ecológica. Pouco mais de metade das 100 maiores empresas norte-americanas conseguiram reduzir a sua pegada ecológica em 2012. Contudo, a redução feita ascendeu a 58 milhões de megatoneladas de dióxido de carbono.

9.       Escassez de petróleo

É cada vez mais difícil e caro encontrar e explorar petróleo. As grandes multinacionais petrolíferas têm investido quantidades exorbitantes para extrair combustíveis fósseis e, no futuro, pode ser economicamente inviável continuar a sua extracção.

10.   Mais carros eléctricos nas ruas

Embora a quantidade de carros eléctricos que circulam nas estradas mundiais seja ínfima por comparação com os carros convencionais, a venda destes veículos tem vindo a aumentar gradualmente ao longo dos anos. Existem cada vez mais marcas a desenvolver os seus modelos eléctricos e híbridos, o que permite a redução dos preços praticados no mercado, que ainda não são acessíveis a todas as carteiras. Ainda assim, as vendas de carros eléctricos apenas na União Europeia em 2013 aumentaram para o dobro dos veículos comercializados em 2012.

Foto:  Oooah!  / Creative Commons